terça-feira, 12 de agosto de 2008
ROMANTISMO LITERÁRIO
Os poetas que se destacavam nessa época eram: Castro Alves (1847-1871) que escreveu sobre os escravos africanos, Gonçalves Dias (1823-1864) que escreveu sobre os índios, José de Alencar (1829-1877) que escrevia romances populares sobre os índios, dentre eles “Iracema”, considerado uma obra-prima, utilizando o seu estilo “indinista”.Já no segundo período do Romantismo no Brasil há um novelista que é amplamente lido até hoje: Joaquim Manuel de Macedo, que escreveu “A Moreninha”.
Surge então o Parnasianismo, uma reação contra os excessos dos Românticos, onde se destacaram: Olavo Bilac (1865-1918), Raimundo Corrêa (1860-1911), e Alberto de Oliveira (1859-1937).
No começo do século XX, os artistas brasileiros tiveram novas idéias.Mário de Andrade (1893-1945) foi o líder mais importante dessa fase da literatura, escrevendo poesia, composições em literatura, arte, música e folclore brasileiro.Oswald de Andrade (1890-1953) escreveu uma coleção de poemas que intitulou “Pau-Brasil” e nela avaliou a cultura brasileira, as superstições, e a vida familiar pela primeira vez em poesia brasileira, com humor.No Brasil surge então, uma nova fase do Romantismo, com um outro conteúdo social, inicialmente com José Américo de Almeida (1887-1969) que escreveu “A Bagaceira”, uma história única na revelação da difícil vida sertaneja nordestina.Conseguiu seguidores que foram atentos a sua obra e ao nordeste, local onde todos nasceram.Dentre eles estão: Jorge Amado, Graciliano Ramos, José Lins do rego e Rachel de Queiroz.
TEXTO ESCRITO PELO ALUNO EDGAR
É UMA CASA PORTUGUESA COM CERTEZA!

Foram sendo abandonadas as linhas retas e pesadas do estilo colonial e a beleza dos móveis passou a ser mais valorizada.
Os estilos de decoração se sucedem e começa com o estilo Dona Maria, seguido pelo estilo D. João VI, Luís Felipe e o Beranger.
Dona Maria I – Esse estilo é marcado pela volta à sobriedade, preferência da linha reta e composição regular. As peças mais importantes foram criadas por Sheraton e importadas da Inglaterra.
D. João VI – É reconhecido pelo seguintes detalhes : jacarandá preto, estrutura plana , gavetas com aplicações quadrantes e em forma de cunha.
Luís Felipe- São linhas sinuosas cheias de harmonia e leveza tendência para a linha barroca.
Beranger – Caracterizam pelo entalhamento de flores e frutas em consoles, cadeiras e especialmente em sofás os quais apresentam cheios de curvas, encostos muitos trabalhados e assento geralmente de palhinha.
Há inúmeras manifestações artísticas, todas buscando reviver os estilos antigos, numa grande mescla de influencias mas com o tempo os detalhes passaram a ser misturados no mesmo móvel, o que originou o estilo Hibrido Brasileiro.
Fontes usadas foram capturadas 8 de agosto de 2008.
Decoração Brasileira, Ruth Laus
Gazeta do Povo
TEXTO ESCRITO PELOS ALUNOS GEORGIA E MARONÊS
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
AS ARTES PLÁSTICAS NO BRASIL E EM PORTUGAL
Em 1808, ano da transferência da corte portuguesa para o Brasil, as artes em Portugal já eram mais avançadas que as presentes na colônia. No início do século XIX, predominavam no Brasil os estilos Barroco e Rococó.
O Barroco teve início no século XVI, por influência dos próprios portugueses. O ápice das produções barrocas no Brasil ocorreu no chamado século do ouro (século XVIII), nas cidades auríferas do estado de Minas Gerais. Essas cidades, por suas riquezas, tinham uma vida cultural e artística em ascensão.
Esse estilo distinguiu-se pelas fortes características religiosas das obras, que eram usadas na decoração de templos, para mostrar a superioridade e o poder da Igreja Católica. Formas como curvas e espirais apareciam muito nas produções do período Barroco.
Um artista se destacou, o arquiteto, escultor, entalhador e desenhista Antônio Francisco de Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho. Aleijadinho utilizava materiais, como madeira e pedra-sabão, muito empregados nas criações barrocas por serem matérias-primas típicas do Brasil. Dentre as obras de Aleijadinho estão Os Doze Profetas e Os Passos da Paixão, na Igreja de Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas do Campo (MG).
Junto com o Barroco, havia outro estilo; muito semelhante ao primeiro. O Rococó nada mais era do que um “Barroco exagerado”. Tendo origem na França no século XVIII, o Rococó surgiu assim que o Barroco deixou a temática religiosa. As principais características desse período eram “As linhas curvas, delicadas e fluídas, as cores suaves, o caráter lúdico e mundano dos retratos e das festas galantes, em que os pintores representaram os costumes e as atitudes de uma sociedade em busca da felicidade, da alegria de viver, dos prazeres sensuais”. Quando chegou ao Brasil, Dom João VI efetuou mudanças no cenário cultural da colônia. Em 1816, chegaram ao Brasil os integrantes da Missão Artística Francesa, entre eles Jean-Baptiste Debret. A missão tinha por objetivo reestruturar as artes na colônia, mostrando as idéias neoclassicistas, já avançadas em Portugal; além de ser a responsável pela fundação da Academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperial de Belas Artes. Tendo início no final do século XVIII, o Neoclassicismo procurava retomar a cultura clássica na Europa, como uma reação ao estilo Barroco da época. Porém, ao contrário do Classicismo, o Neoclassicismo propõe a discussão dos valores clássicos. Não havia mais um ideal de beleza imutável. Os neoclassicistas acreditavam que os princípios clássicos deveriam ser adaptados à realidade moderna. Depois da chegada da corte portuguesa, o Neoclassicismo no Brasil retratava o cotidiano da colônia de uma forma romântica, evidenciando a figura do indígena, o nacionalismo e as paisagens naturais. Dessa forma, os princípios artísticos da colônia eram sempre atrasados em relação à Europa, pois a única comunicação entre os dois lados do Atlântico eram os próprios colonizadores portugueses. Assim, embora o estilo seja o mesmo da Europa, no Brasil cada período tomava características distintas do estilo original, devido às diferenças entre colônia e metrópole. Fontes: TEXTO ESCRITO PELO ALUNO CIRIACO
O Rococó retratava a vida aristocrática européia, de forma sutil e delicada. No Brasil, o Rococó revelou-se tardiamente em relação à Europa, pois foi trazido por portugueses no final do século XVIII.
• Aleijadinho – Wikipédia
• Arte na Idade Moderna em Portugal – Wikipédia
• Artes Plásticas no Brasil – Sua Pesquisa
• Barroco – Sua Pesquisa
• Barroco em Portugal – Wikipédia
• Doze profetas de Aleijadinho – Wikipédia
• História da Arte em Portugal – Wikipédia
• História da Arte no Brasil – Wikipédia
• História do Brasil – Wikipédia
• Jean-Baptiste Debret – Wikipédia
• Missão Artística Francesa – Wikipédia
• Neoclassicismo – Wikipédia
• Rococó – Wikipédia
domingo, 10 de agosto de 2008
SAÍDA DE CAMPO - MUSEU JÚLIO DE CASTILHOS
Exposições
“1808 – 1821: A Corte Portuguesa no Brasil”
Período: 03/06 à 31/08/2008
O objetivo da mostra é trazer à tona os debates em torno dos 200 anos da vinda da corte portuguesa à colônia, pensando as repercussões de sua permanência.
Como seria hoje o Brasil, se a corte não tivesse vindo de Portugal? Esta é a abordagem do evento, que visa estimular o visitante, em especial o público escolar, a tirar suas próprias conclusões. Como subsídios, ele terá vários textos, imagens e reproduções, painéis e objetos do acervo da instituição da Secretaria de Estado da Cultura, com a missão voltada à pesquisa, educação crítica e conservação. Após investigar o material de vários especialistas no assunto, a conclusão que a maioria dos estudiosos chegou do governo de Dom João VI foi de um balanço positivo.
Distribuída em núcleos temáticos, a mostra aborda a partida, a viagem, a chegada, a realidade colonial, as mudanças no Brasil, a política externa e o regresso da corte para Portugal. A museografia conceitual orienta os temas numa linha de tempo dos acontecimentos que marcaram a época. O texto introdutório foi elaborado com a colaboração do cônsul português, Pedro Filipe Pereira Félix Coelho, permitindo ao público conhecer sua interpretação e inspiração a respeito do fato.
Grupos e escolas podem ser agendados pelo (51) 3221.5946.
Além de povoar o Brasil, o povo africano foi fundamental no desenvolvimento econômico, pois compôs os diferentes padrões culturais importantes no crescimento do país. Durante os mais de trezentos anos em que houve o tráfico negreiro para o Brasil, aproximadamente 6,7 milhões de escravos africanos foram trazidos. De uma forma geral, os negros eram muito maltratados no Brasil. As senzalas eram locais sujos, pequenos e abafados, com somente uma porta sem janelas e com chão de terra batida, onde dormiam vários escravos. A alimentação era racionada e os escravos recebiam feijão, farinha de mandioca e um pedaço de carne seca. No entanto, o problema com as instalações e comida era pequeno se comparado aos rigorosos castigos os quais sofriam. Qualquer falha cometida pelos escravos era cobrada com severas punições, desde a palmatória até Acima, Pintura de Debret as chicotadas, que os deixavam com partes do corpo em carne viva. Além disso, era colocado sal nas feridas para que a dor perdurasse por dias, a fim de o escravo não esquecer o castigo recebido. Os escravos negros eram proibidos de praticar suas religiões, que eram diversas. A Igreja Católica Romana obrigara a todos a serem batizados e a participarem das missas e sacramentos. Mesmo com os empecilhos, eles conseguiam transmitir suas tradições e dar continuidade à sua religião. Uma das razões desse prosseguimento é o fato de os negros continuarem se comunicando em seu idioma materno. Supõe-se que tenha havido vários líderes religiosos entre os escravos e, como a chegada de novos escravos era constante, os vínculos com a África não eram completamente desligados. A mulher escrava tinha um importante papel naquela sociedade; era ela quem fazia a ligação entre a casa grande e a senzala. As escravas mais bonitas eram selecionadas pelo senhor para serem suas amantes e domésticas. As negras eram o objeto sexual dos homens brancos; desde o senhor-de-engenho, até o menino adolescente. Elas também sofriam diversos castigos por parte da mulher branca. Para se ter uma idéia, se a sinhá sentia inveja da perfeição dos dentes da escrava, ela os mandava arrancar. Ela também desempenhava o papel de mãe, porém dos filhos do senhor. As mulheres negras eram escaladas pelo senhor para serem amas de leite dos sinhozinhos, e, com isso, eram obrigadas a deixar de lado seus próprios filhos. Os filhos do senhor, desde pequenos até quando maiores, vendo seus pais aplicarem castigos, acabavam maltratando aquelas que foram como mães para eles. Os pequenos escravos, assim como acompanhavam o sinhozinho em brincadeiras e aventuras, também serviam de saco de pancadas. Por volta dos cincos ou seis anos de idade, os filhos de escravos já começavam a se habituar com a dura vida que teriam pela frente. Muitas vezes, as crianças iam para a lavoura trabalhar com suas mães e também recebiam chicotadas como castigo. Aos sete ou oito anos, eles já começavam a desempenhar serviços mais pesados e regulares. Deixavam de ter as últimas mordomias infantis. Aqueles que viviam na casa grande exerciam funções próprias para sua idade, ou já treinavam para a função que teriam quando adultos, ou ainda eram pajens, mensageiros ou criadas. Buscavam jornal, encilhavam os cavalos, lavavam os pés das pessoas da casa e mesmo de visitantes, escovavam as roupas, engraxavam os sapatos, serviam a mesa, espantavam os mosquitos, balançavam a rede, buscavam água no poço e carregavam pacotes e outros objetos. Apesar de serem crianças, os pequenos escravos também sofriam castigos, eram separados de seus familiares e acabavam ficando com marcas físicas decorrentes do trabalho excessivo e das punições recebidas. Muitas vezes, o senhor comprava meninos escravos para serem brinquedos de seus filhos.Essa era a forma como viviam os escravos na época em que a família real portuguesa chegou ao Brasil, em 1808. Entretanto, não houve castigo que pudesse oprimir e impedir que essa cultura tão rica, que foi essencial na formação do povo brasileiro, fosse transmitida pelas gerações. Oitenta anos depois, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que abolia a escravatura no Brasil, um dos últimos países do mundo a fazê-lo. --Mudanças ocorridas na sociedade decorrente da chegada da família real portuguesa-- No início do século XIX -antes da família real se instalar - o Rio de Janeiro oferecia poucas distrações: as famílias ricas iam a espetáculos e freqüentavam bailes familiares, já os homens, reuniões de jogo.As atividades eram feitas em dia claro com a luz solar, já que vida noturna praticamente não existia devido à falta de iluminação.Das procissões e nas festas religiosas, toda população da cidade participava. Esses eventos se tornavam pontos de encontro entre parentes e conhecidos que lá se reuniam para contar os fatos do dia e as últimas notícias. Os anos após a chegada da família real portuguesa no Brasil foi de intensa mudança. A vida social se aperfeiçoou, se elevou o nível padrão de vida, tudo isso pelo fato da grande influência dos hábitos de conforto, cultura e diversão trazida pelos portugueses. Para atender às exigências da família real, foi necessário construir novas casas, pois a população havia crescido em decorrência do número de acompanhantes (cerca de 15 mil) e pelo enorme fluxo migratório de portugueses que saíam do reino na esperança de melhores condições; assim apareceram residências isoladas, distantes do centro e junto a jardins e gramados. Modificaram-se também as mercadorias, que foram ampliadas; o transporte e o aumento de oportunidades educacionais. Porém, não foram somente boas mudanças; a vida cotidiana das famílias de homens livres, pobres e remediados tornou-se mais difícil por causa do aumento do preço dos materiais de construção, da valorização dos aluguéis e do aumento do preço dos imóveis além de ter também surgido discriminação por condições de vida oferecidas nos diferentes bairros e o aumento das disparidades sociais. Todas essas modificações na sociedade brasileira são perceptíveis nas obras do pintor Jean-Baptiste Debret que trabalhou no Brasil entre 1816 e 1831, período em que produziu grande quantidade de obras.Durante os primeiros anos, cumpriu seu papel de pintor oficial da corte, dedicando-se a retratar apenas os nobres.Mais tarde, se interessou pela realidade que havia fora dos muros do palácio e começou a pintar cenas das vilas e cidades brasileiras, começando pelo Rio de Janeiro.Nessas obras apareciam não só a elite, mas também os brancos pobres, os mulatos negros escravizados e libertos.Alguns de seus quadros registram as crueldades e as duras condições de trabalho dos escravizados, outros os detalhes do modo de vida da sociedade daquela época.
TEXTO ESCRITO PELO ALUNO CIRIACO
sábado, 9 de agosto de 2008
O BRASIL VISTO ATRAVÉS DAS PINTURAS
Ao chegar em casa o almoço já estava pronto, os quartos arrumados e o banheiro limpo.É assim que todo dia a empregada deixa a casa.Gostaria de imaginar a casa dela, será que é arrumada já que passa quase o dia inteiro aqui?
RUGENDAS Nasceu em 1802 em Augsburgo e foi estudante da Academia de Belas-Artes de Munique, e especializou-se na arte do desenho.Chegou ao Brasil em 1821 com a Expedição Langsdorff e permaneceu aqui até 1825, para coletar material para suas pinturas e desenhos.Sua preferência eram as obras com a temática predominantemente paisagística e com representação de cenas do cotidiano.AS DIFERENÇAS ENTRE DEBRET E RUGENDAS
A GRANDE IMPORTÂNCIA DESSES ARTISTAS:

TEXTO ESCRITO PELA ALUNA JÉSSICA NUNES
As referências bibliográficas utilizadas,citadas abaixo, foram todas capturadas em 02 de Agosto de 2008.E as obras nas montagens são de Debret.
Importância da pintura-crie e aprenda-blogspot
Olhar de Rugendas-Real Gabinete
Rugendas -Wikipédia
Debret - Wikipédia
Clube de história CMPA
Rugendas-Itaú Cultural
Debret-RJTV
Revista Aventuras na história nº 1 - edição especial de colecionador.
Debret-História Net